Meu Refúgio

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Não temerei mal algum porque Deus é o meu Refúgio

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

HOMOSSEXUALISMO SEGUNDO A GRAÇA

No antigo Testamento vemos Deus tratar o homossexualismo de forma condenatória, assim como tratava vários outros pecados de origem sexual (Lv 18.22, 20.13). No tempo da Lei essa prática era tida como abominação e a condenação era a morte, o mesmo Deus que condenou no passado também condena no presente, pois Ele não muda. Como não vivemos no tempo da Lei e nem precisamos estar debaixo do jugo dela, somos convidados a seguir a Cristo para alcançarmos a salvação pela Graça. No entanto Jesus é bem conciso em seu convite: "quem quiser vir após mim, negue a si mesmo tome a sua cruz e me siga". Negar a si mesmo requer abrir mão de uma vida baseada somente na satisfação de nossos desejos e vontades. Após aceitarmos a Jesus, assumimos que Ele é quem vive em nós ( "não vivo eu mas Cristo vive em mim").
O apostolo Paulo, ao escrever sua primeira carta aos irmãos de Roma (I Co 1), inicia seu discurso sobre a depravação dos gentios ressaltando que a ira de Deus esta sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. E prossegue afirmando que Deus havia abandonados às suas paixões infames, às concupiscências de seus corações e à imundícias para desonrarem seus corpos entre si, e esse abandono da parte de Deus se deu, dentre vários outros pecados, o fato de suas mulheres terem mudado o uso natural no contrário a natureza, e semelhantemente a elas, os homens deixarem o uso natural da mulher para se inflamarem em sua sensualidade, homem com homem. Ou seja o relacionamento homossexual. E logo em seguida o apostolo conclui "recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro", o erro é o pecado e a recompensa é a morte. Paulo também voltou a frisar o mesmo discurso quando escreveu a igreja de corinto, onde ele é bem mais objetivo em afirmar que dentre aqueles que não herdariam o reino dos céus estão os efeminados e os sodomitas, homossexuais passivos e ativos.
Portanto, entendemos que a pratica do homossexualismo é condenada tanto no Antigo como no Novo Testamento.
Deus ama o pecador, mas abomina o pecado. Deus nos ama incondicionalmente, pois somos obra de suas mãos, fôlego seu e criações sua. Diante disso não podemos viver na hipocrisia abrindo igrejas e proclamando a mentira como verdade. A Teologia Inclusiva nada mais é, do que uma válvula de escape para aquelas pessoas que almejam a salvação, o favor, a Graça e o amor de Deus, mas não querem abrir mão de suas paixões infames. Precisamos viver segundo a vontade de Deus nascendo de novo e seguindo a Cristo. A caminhada dos verdadeiros Cristãos é aflitiva e cercada de quedas e espinhos que corroem a carne, mas o que nos da conforto e esperança, é saber que o amor, a misericórdia e a graça de Deus estão sempre nos alcançando. Para os homossexuais existe uma saída (I Co 06.11) Jesus Cristo Salvador.
Deus quer que sejamos santo assim como ele é, mesmo que não alcancemos a santidade plena, o segredo é tentar e perseverar.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

SEMEADURA

Quero falar um pouco sobre semeadura e colheita. Partindo de duas pessoas que colheram tanto na alma quanto no espírito e que teve consequências na vida eterna.
Adão e Eva. Quando Deus deu uma ordem e desobedeceram, houve uma consequência devido a desobediência deles. Primeiro morreram espiritualmente, e depois estavam condenados a morrer fisicamente e consequentemente com passaporte direto para o inferno.
Percebemos então que tudo que fazemos tem consequências no nosso presente, futuro e até mesmo de outras pessoas.
Por causa da desobediência de Adão e Eva, a humanidade estava condenada a uma vida de choro e ranger de dentes. Não que isto fosse à vontade de Deus, jamais. Mas como o homem tinha o seu livre-arbítrio, eles decidiram agir pela concupiscência dos olhos, Eva olhou o fruto e viu que era bom, e toda a terra foi amaldiçoada.
Deus já sabia que isto iria acontecer, e já tinha um plano de redenção.
 
O Senhor falou para Eva que da sua descendência, viria Jesus e pisaria na cabeça da serpente. (parafraseando)
Mas é em Isaías que quero começar este texto.
Em Isaías 43:2 o próprio Deus diz: "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro"
Neste versículo o Senhor fala sobre o plano de salvação para resgatar Israel, bem como todas extremidades da terra.
Significa dizer que uma pessoa que não nasceu de novo e estava na ignorância, tem o seu passado apagado. As consequências do seu pecado que levaram para a morte eterna, foram pagas naquela cruz.
Ao nascer de novo, a realidade é outra.
Paulo diz em (Gálatas 6:7-8).: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará”. Quem semeia na carne, da carne colherá a corrupção; quem semeia no Espírito, do Espírito colherá a vida eterna.
Tudo que eu fizer agora, uma vez que não estou mais na ignorância, haverá uma consequência, seja ela boa ou má eu vou colher.
Digo isto não só apenas pelo o que as Escrituras me dizem, mas com experiência própria de dois tipos de colheitas. A boa e a má.
Para exemplificar melhor, é como você chegar numa caverna e gritar e ouvir o eco da sua própria voz. Ou seja, tudo que vai, volta e volta com mais força e intensidade, portanto muito cuidado.
Dai, e dar-se-vos-á. Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, recalcada e transbordante, porque, com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos vós também. Lucas 6:38
Já ouvi muito no momento do ofertório esta passagem, mas isto vale para qualquer semente que semearmos na nossa vida. Palavras são sementes, atitudes são sementes, dinheiro são sementes...
Enfim. Tudo isto volta pra você de maneira muito mais intensa. Se recebemos de Deus infinitamente além do que pedimos ou pensamos. Imagina quando semeamos algo ruim, na nossa vida e na vida de outras pessoas?
Um conferencista muito conhecido autor de vários livros disse que em um período de jejum e oração, Deus falou pra ele assim: Tudo o que você fizer acontecer as pessoas, eu farei com você também!”
Não é que o Senhor queira o seu mal, mas existe uma vontade que é permissiva por causa das nossas escolhas e atitudes.
Lá em Provérbios 18:20 vai dizer o seguinte:
É do fruto de sua boca que um homem se nutre; com o produto de seus lábios ele se farta.
Queridos irmãos, há um espírito de engano que circula na mente da igreja (pessoas), mentes cauterizadas pelos seus pecados, com falsos argumentos de que uma vez que você pede perdão, as consequências são anuladas, com base no versículo de Isaías 43:2.
Elas acreditam que não vão colher pelas suas más ações e palavras, e por pensarem desta maneira, não avaliam a sua conduta moral e espiritual, porque basta usar a “borracha” da Graça para apagar os pecados cometidos, pecados estes que não houve arrependimento genuíno. O arrependimento nos muda de direção.
Pior que aprender assim, é ensinar em desacordo com a palavra.
Ai dos mestres, pois serão muito mais cobrados.
Amados, o Senhor realmente te perdoa. Mas as consequências você recebe na sua alma ou no seu espírito. Está escrito, não sou eu que estou dizendo, mas é a palavra do Senhor. (Sugiro que Leia Gálatas e Romanos por completo.)
Exemplo de uma pessoa que plantou mentira, Jacó. E quando ele trabalhou para Labão, o mesmo o enganou dando-lhe sua filha mais velha e não a que ele desejava. Ele enganou o seu pai, e colheu por isto. A Bíblia está cheia de exemplos de semeadura e consequências. E se isto não acontecesse na nova aliança, Paulo não teria escrito aos Gálatas que de Deus não se zomba. Que tudo o que homem plantar, certamente ceifará!


Aquilo que nos condenaria, não condena mais porque não há mais condenação para quem está em Cristo Jesus, porém, para isto devemos confessar as nossas transgressões. Se não confessamos, a mente fica cauterizada, depois de um tempo torna-se normal, até que venha a apostasia. E a apostasia apaga o Espírito Santo de Deus. (morte espiritual).
Vá e não peques mais. Deus sabe quando você mudar e quando você realmente não quer mudar. Podemos enganar as pessoas, mas não enganamos a Deus. Já colhi frutos ruins e quando percebi, mudei a semeadura. Sempre que estou colhendo algo ruim, verifico se tem haver com provação de Deus, com investidas do diabo, ou com a minha semeadura. Sempre analiso estes três fatores importantes.
A colheita na alma vem sempre acompanhada de angústia, Davi nos Salmos 4:4 diz: Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o vosso coração e sossegai.
Mude a sua semeadura seja palavras ou ações.
Analise todos os dias antes de dormir, o que você fez de bom ou mal.
Tenha muito cuidado com o que você ouve. Examine sempre o que as Escrituras dizem a respeito de algum assunto, peça ao Espírito Santo para lhe ajudar, mas se ainda assim tiver dificuldade, procure sempre o seu Pastor ou alguém que tenha maturidade espiritual, de preferência alguém que vive a palavra e estão em obediência. Só pessoas assim podem nos dar exemplo e nos aconselhar.
No mais, sejam sempre abençoados na prática da Palavra.
Cuidemos de nossa colheita, plantando boas sementes.

Cuidado com as coisas pequenas


Tema: VIGILÂNCIA



I Tessalonicenses 5.21 :“julgai todas as coisas, retende o que é bom”

 Quando você cata um feijão, você separa os grãos bons dos ruins com as pedras e outras sujeiras para jogar fora e só cozinha os melhores selecionados. Da mesma maneira, não podemos separar o que é bom do ruim e ficar com o ruim, e sim com o que é bom.
Muitas vezes não tropeçamos em grandes pedras por que nos desviamos delas, mas tropeçamos em pequenos obstáculos que são desprezados. É preciso vigiar nas pequenas coisas para não dar oportunidade ao inimigo.
Muitas pessoas deixam de ser abençoadas por causa de coisas muito pequenas que ofuscam seus olhos de ver a presença de Deus na vida de seu irmão. Para a Igreja ser madura espiritualmente, precisa aprender a relevar pequenas coisas ou defeitos dos irmãos e ficar com as grandes que são as bênçãos de Deus.

Você tem tropeçado em pequenas coisas?

Vamos refletir sobre algumas coisas que são pequenas, mas que são perigosas na vida de um crente
Raposinhas: “Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor”.  (Cântico dos Cânticos 2.15)
As raposinhas são bichinhos pequenos e aparentemente dóceis por sua beleza, mas são vorazes em destruir um vinhedo. Quando as parreiras já estão floridas para dar uvas, as raposinhas vinham e comiam as flores, os brotos e não davam mais fruto.
As raposinhas representam ‘bichinhos de estimação’ pecados de estimação. Práticas aparentemente inofensivas, mas que podem ser destruidoras na vida de um cristão.
O inimigo muitas vezes disfarça o pecado “para enganar se possível os eleitos” (Marcos 13.22).

Você tem algum pecado de estimação?



Mosquitos:“Qual a mosca morta faz o ungüento do perfumador exalar mau cheiro, assim é para a sabedoria e a honra um pouco de estultícia” (Eclesiastes 10.1).

O texto usa como ilustração um vaso de ungüento cheiroso como o que Maria derramou aos pés de Jesus (João 12.1-3), mas se o perfumador, pessoa que prepara o ungüento, deixar exposto uma mosca que cair faz o óleo cheirar mal em vez de ser agradável.
Assim é a unção de Deus na vida de muitos crentes. Deus renova e enche sua vida com o óleo do Espírito Santo, mas depois vem o inimigo e manda um mosquitinho para te atribular e tirar sua bênção.
Jesus falou contra os fariseus, que eram detalhistas e exigentes: “Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo!” (Mateus 23.24). O perfeccionismo muitas vezes só atrapalha.
Os mosquitos são insetos que perturbam apesar de sua pequenez e insignificância.
Em êxodo uma das pragas foi o enxame de moscas que entrou nas casas para perturbar as famílias (Êxodo 8.22-24), mas nas casas do povo de Deus não entrou nenhuma mosca.
Muitas vezes nas famílias por causa de um mosquitinho, coisa ínfima, a pessoa perde a paz e estoura com quem mais deveria amar. Deus não mandou moscas nas casas de seus servos por que quer ver nossas famílias em paz.
Expulse de sua vida o espírito de raiva, inquietação e intolerância que tem te atrapalhado a servir a Deus e amar seus familiares. Aprenda a relevar coisas pequenas em prol da paz.
Você tem deixado ‘mosquitos’ te perturbarem?

Agulhas: “Porque é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus” (Lucas 18.25).

Agulhas são pequenas e difíceis de manusear. Se a pessoa não tiver a visão boa, não consegue colocar a linha na agulha.
O que representa a agulha e o camelo.
O camelo que Jesus falava para os discípulos, que eram pescadores, se trata de uma corda muito grossa de amarrar o barco. Jesus comparou aquela corda que não pode entrar em uma agulha.
A agulha também pode ser umas portas estreitas que em Jerusalém e outras cidades muradas. Eram passagens bem finas nos muros de lugares onde não se queria que um camelo entrasse para evitar sujeira e mal cheiro. Um camelo não conseguia entrar nessas portas.
Em qualquer destas interpretações do camelo e da agulha o sentido é o mesmo. É difícil um rico entrar no reino de Deus.
Mas o rico não é só quem tem muito dinheiro. Uma pessoa pode ser pobre e se achar melhor que outros e não sentir falta de nada, nem de Deus. Do mesmo modo uma pessoa pode ter tudo e sentir necessidades de coisas, pessoas e ser sensível a Deus. Muitos pobres são arrogantes e orgulhosos como se fossem ricos. O orgulho impede entrar no céu que tem uma porta estreita e um caminho apertado (Mateus 7.13).
Quando a pessoa se acha grande, orgulhosa, fica grossa como um camelo e aí não tem igreja que caiba tal pessoa por que se vê maior que a porta da igreja.
Você tem se achado rico? Está satisfeito achando que não precisa de nada nem ninguém?

 
Fagulhas: “Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes coisas. Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva!” (Tiago 3.5).

Uma pequena fagulha de fogo é capaz de fazer uma grande destruição. Também uma palavra maldita destrói vidas. A língua tem o poder de matar e dar vida.
Quantas famílias são destruídas por causa de palavras que poderiam ficar sem ser faladas. Se tivesse como engolir de novo nossas palavras, creio que ficaríamos entalados com coisas duras que falamos.
A ira é o combustível que acende a fagulha na língua. Cuidado quando a ira começar a esquentar você para que você fale palavras que desagradam a Deus e ofendam seu irmão. Você pode falar a verdade, mas a “verdade em amor” (Efésios 4.15). Sem amor a verdade pode ser apenas uma arma para ferir pessoas.
Você tem tido cuidado com as palavras que fala?

Ciscos: “Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão” (Mateus 7.5).

Imagine só uma pessoa que está com um poste na frente do olho falando de um cisco no olho de outra pessoa. Seria muita incoerência! Mas todos nós somos incoerentes como seres humanos e precisamos vigiar para não fazer isso.
O cisco é pequeno diante de uma trave.  Quando uma pessoa implica com a outra, qualquer coisa é grande demais para ser tolerada. Mas consigo mesmo ou com quem quer defender, a pessoa é capaz de não enxergar coisas muito maiores. Às vezes não suportamos coisas pequenas e caímos em outras muito maiores.
Não podemos ver pequenos ciscos no olho de outra pessoa se tivermos um poste na frente do próprio rosto. Então precisamos aprender a olhar para dentro de nós mesmos e aprender a corrigir nossos defeitos sem ficar procurando erros no outro.
O mundo vê as vestiduras brancas do cristão e procura manchar de alguma forma sua vida, mas lembre-se que foi lavado e remido pelo sangue de Jesus.
Você tem visto ciscos nos olhos de algum irmão?

Cuidado com as pequenas coisas!


Na Bíblia vemos muitos homens de Deus que pecaram em pequenas coisas e perderam sua bênção:
-Adão e Eva pecaram por causa de uma fruta (Gênesis 3.6).
-Caim matou Abel por causa de inveja de uma oferta (Gênesis 4.5).
-Esaú perdeu sua bênção por um prato de lentilhas (Gênesis 25.34).
-Sansão entregou seu segredo por causa de uma xarada de ‘o que é o que é’ através de uma mulher (Juízes 14.14).
-Judas perdeu a salvação por 30 moedas (Mateus 27.3).
-Jonas ficou irado por causa de uma planta que secou (Jonas 4.9).
- Moisés não entrou na terra prometida por que tocou duas vezes na rocha com raiva (Números 20.11).
-Uzá tentou segurar a Arca da Aliança e morreu por que não era permitido fazer isso (II Samuel 6.6).
-Saul perdeu o reino por que rasgou o manto do Profeta Samuel (I Samuel 15.27).
Devemos tomar cuidado antes de cobrar pequenas coisas das pessoas por que Jesus disse “atire a primeira pedra quem não tiver pecado” (João 8.7).
Não perca sua bênção por causa de nada, nem grande nem pequeno.

E você? Será que tem alguma coisa pequena impedindo de receber a bênção de Deus e viver o propósito dele em sua vida?
Se tiver algum empecilho em sua vida, retire por que Deus tem coisas grandes pra você!