No antigo Testamento vemos Deus tratar o homossexualismo de forma condenatória, assim como tratava vários outros pecados de origem sexual (Lv 18.22, 20.13). No tempo da Lei essa prática era tida como abominação e a condenação era a morte, o mesmo Deus que condenou no passado também condena no presente, pois Ele não muda. Como não vivemos no tempo da Lei e nem precisamos estar debaixo do jugo dela, somos convidados a seguir a Cristo para alcançarmos a salvação pela Graça. No entanto Jesus é bem conciso em seu convite: "quem quiser vir após mim, negue a si mesmo tome a sua cruz e me siga". Negar a si mesmo requer abrir mão de uma vida baseada somente na satisfação de nossos desejos e vontades. Após aceitarmos a Jesus, assumimos que Ele é quem vive em nós ( "não vivo eu mas Cristo vive em mim").
O apostolo Paulo, ao escrever sua primeira carta aos irmãos de Roma (I Co 1), inicia seu discurso sobre a depravação dos gentios ressaltando que a ira de Deus esta sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. E prossegue afirmando que Deus havia abandonados às suas paixões infames, às concupiscências de seus corações e à imundícias para desonrarem seus corpos entre si, e esse abandono da parte de Deus se deu, dentre vários outros pecados, o fato de suas mulheres terem mudado o uso natural no contrário a natureza, e semelhantemente a elas, os homens deixarem o uso natural da mulher para se inflamarem em sua sensualidade, homem com homem. Ou seja o relacionamento homossexual. E logo em seguida o apostolo conclui "recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro", o erro é o pecado e a recompensa é a morte. Paulo também voltou a frisar o mesmo discurso quando escreveu a igreja de corinto, onde ele é bem mais objetivo em afirmar que dentre aqueles que não herdariam o reino dos céus estão os efeminados e os sodomitas, homossexuais passivos e ativos.
Portanto, entendemos que a pratica do homossexualismo é condenada tanto no Antigo como no Novo Testamento.
Deus ama o pecador, mas abomina o pecado. Deus nos ama incondicionalmente, pois somos obra de suas mãos, fôlego seu e criações sua. Diante disso não podemos viver na hipocrisia abrindo igrejas e proclamando a mentira como verdade. A Teologia Inclusiva nada mais é, do que uma válvula de escape para aquelas pessoas que almejam a salvação, o favor, a Graça e o amor de Deus, mas não querem abrir mão de suas paixões infames. Precisamos viver segundo a vontade de Deus nascendo de novo e seguindo a Cristo. A caminhada dos verdadeiros Cristãos é aflitiva e cercada de quedas e espinhos que corroem a carne, mas o que nos da conforto e esperança, é saber que o amor, a misericórdia e a graça de Deus estão sempre nos alcançando. Para os homossexuais existe uma saída (I Co 06.11) Jesus Cristo Salvador.
Deus quer que sejamos santo assim como ele é, mesmo que não alcancemos a santidade plena, o segredo é tentar e perseverar.
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